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terça-feira, 31 de maio de 2011

Apple lança versão do iWork para iPhone e iPod Touch Editores de texto, planilhas e apresentações já estão disponíveis na Apple Store

31/05 - 18:07hs

iG São Paulo
O iWork ganhou uma versão para iPhone e iPod Touch anunciada hoje pela Apple. Os aplicativos de edição de textos, planilhas e apresentações serão vendidos separadamente e já estão disponíveis na Apple Store por US$ 9,99 cada (cerca de R$ 16). Para quem usava o pacote de serviços no iPad, há uma atualização gratuita disponível de que permite a integração entre as várias plataformas da Apple.
Composto por Keynote (editor de apresentações), Pages (para editar textos), e Numbers (para criar e editar planilhas), o pacote iWork para sistemas operacionais iOS permite o diálogo universal entre todas as plataformas. Os aplicativos permitem também importar e exportar arquivos para outros programas como o Word ou Excel.
A Apple anunciou também o Keynote remote, aplicativo vendido separadamente por US$ 0,99 (R$ 1,60), que transforma iPhones e iPodTouchs em controles remotos para apresentações de slides conduzidas pelo Keynote. Ele permite passar slides mesmo à distância do computador que roda a apresentação.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

IDG Now! » Segurança » Ataques e Ameaças


«Google Wallet» no smartphone para pagamentos electrónicos

A Google anunciou um novo serviço pelo qual os utilizadores poderão usar o smartphone com Android para fazer pagamentos electrónicos, simplesmente aproximando o aparelho telefónico de um ponto de venda. O «Google Wallet» permite pagar com cartões de crédito ou débito em estabelecimentos preparados.
A aplicação armazena as informações do cartão no telefone e o utilizador apenas tem que introduzir uma senha de segurança para confirmar a compra, mediante a aproximação do smartphone ao ponto de venda.
Por outro lado, os estabelecimentos também podem atribuir aos clientes pontos de um programa de fidelidade, que ficam armazenados na aplicação.
O sistema utiliza a tecnologia Near Field Communications (NFC, Comunicação por proximidade) integrada em smartphones como o Google Nexus S para fazer a transmissão das informações, que são encriptadas.
Uma Wallet pode armazenar informações de vários cartões e futuramente poderá ser armazenada também informação de documentos como carta de condução, segundo o IDGNow.
A fase de testes Beta arrancou já nos EUA, com experiências a decorrer em Nova York e São Francisco.

ASUS apresenta o Padfone - Clube do Hardware

ASUS apresenta o Padfone

A ASUS lançou um produto bem interessante na Computex 2011 (a maior feira
de hardware do mundo, que acontece esta semana em Taipei, Taiwan).
Trata-se do Padfone, uma mistura de tablet com smartphone.

O Padfone é formado por um smartphone Android e um tablet com tela de
10,1”. O smartphone é instalado no tablet para dar aos usuários uma tela
ampliada e conectividade 3G. No tablet há uma câmera na parte frontal e
traseira.

A ASUS afirma que o aparelho resolve o problema de transferência de dados
entre smartphone e tablets.

A empresa não informou quando o aparelho chegará ao mercado.

Para mais informações:
http://engt.co/ifKdNc

O caseiro do Piauí e a camareira da Guiné, por AUGUSTO NUNES (Angela Lima)

O caseiro do Piauí e a camareira da Guiné
Por AUGUSTO NUNES
 
 

 

Nascido no Piauí, Francenildo Costa era caseiro em Brasília. Em 2006, depois de confirmar que Antonio Palocci frequentava regularmente a mansão que fingia nem conhecer, teve o sigilo bancário estuprado, a mando do ministro da Fazenda.
 
Nascida na Guiné, Nafissatou Diallo mudou-se para Nova York, em 1998, e é camareira do Sofitel há três anos. Domingo passado, enquanto arrumava o apartamento em que se hospedava Dominique Strauss-Kahn, foi estuprada pelo diretor do FMI e candidato à presidência da França.
 
Consumado o crime em Brasília, a direção da Caixa Econômica Federal, Ministros e o próprio Governo Lula/PT absolveram liminarmente Palocci, e acusaram a vítima (Francenildo) de ter se beneficiado de um “estranho” depósito no valor de R$ 30 mil. Francenildo explicou que o dinheiro fora enviado pelo pai. Por duvidar da palavra do caseiro, a Polícia Federal, a mando do governo, resolveu interrogar Francenildo, até ela  admitir, horas mais tarde, que o que dissera o caseiro, desde sempre, era verdade.
 
Consumado o crime em Nova York, a direção do hotel chamou a polícia, que ouviu o relato de Nafissatou. Confiantes na palavra da camareira, os agentes da lei descobriram o paradeiro do hóspede suspeito e conseguiram prendê-lo, dois minutos antes da decolagem do avião que o levaria para Paris ─ e para a impunidade perpétua.
 
Até depor na CPI dos Bingos, Francenildo, hoje com 28 anos, não sabia quem era o homem que vira muitas vezes chegando de carro à “República de Ribeirão Preto”. Informado de que se tratava do ministro da Fazenda, esperou sem medo a hora de confirmar, na Justiça, o que dissera no Congresso. Nunca foi chamado para detalhar o que testemunhou. Na sessão do Supremo Tribunal Federal que julgou o caso, ele se ofereceu para falar. Os juízes se dispensaram de ouvi-lo. Decidiram que Palocci “não mentiu” e engavetaram a história.
 
Depois da captura de Strauss, a camareira foi levada à polícia para fazer o reconhecimento formal do agressor. A irmã que a acompanhava assustou-se, quando descobriu que o estuprador é uma celebridade internacional. Nafissatou, de 32 anos, disse que acredita na Justiça americana. Embora jurasse que tudo não passara de sexo consensual, o acusado foi recolhido a uma cela.
 
Nesta última quinta-feira, Francenildo completou cinco anos sem emprego fixo. Palocci completou cinco dias de silêncio: perdeu a voz no domingo, quando o país soube do milagre da multiplicação do patrimônio. Pela terceira vez em oito anos, Palocci está de volta ao noticiário político-policial.
 
Enquanto se recupera do trauma, a camareira foi confortada por um comunicado da direção do hotel: “Estamos completamente satisfeitos com seu trabalho e seu comportamento”, diz um trecho. Nesta sexta-feira, depois de cinco noites numa cela, Strauss pagou a fiança de 1 milhão de dólares para responder ao processo, em prisão domiciliar. Até o julgamento, terá de usar uma tornozeleira eletrônica.
 
Livre de complicações judiciais, Palocci elegeu-se deputado, chefiou a campanha de Dilma Rousseff e, há quatro meses, na chefia da Casa Civil, faz e desfaz como primeiro-ministro. Atropelado pela descoberta de que andou ganhando pilhas de dinheiro como traficante de influência, tenta manter o emprego. Talvez consiga: desde 2003, não existe pecado do lado de baixo do equador. O Brasil dos delinquentes cinco estrelas é um convite à reincidência.
 
Enlaçado pelo braço da Justiça, Strauss foi obrigado a renunciar à direção do FMI, sepultou o projeto presidencial que tinha na França, e é forte candidato a uma longa temporada na gaiola. Descobriu tardiamente que, nos Estados Unidos, todos são iguais perante a lei. Não há diferenças entre o hóspede do apartamento de 3 mil dólares por dia e a imigrante africana incumbida de arrumá-lo.
 
Altos Companheiros do PT, esse viveiro de gigolôs da miséria, recitam de meia em meia hora que o Grande Satã ianque é o retrato do triunfo dos poderosos sobre os oprimidos. Lugar de pobre que sonha com o paraíso é o Brasil que Lula e o PT inventaram. 

Colocados lado a lado, o caseiro do Piauí e a camareira da Guiné gritam o contrário.
 
Se tentasse fazer lá o que faz aqui, Palocci teria estacionado no primeiro item do prontuário. Se escolhesse o País do Carnaval  para fazer o que fez nos Estados Unidos, Strauss só se arriscaria a ser convidado para comandar o Banco Central. A camareira seria demitida e processada, e ela e/ou o hotel teria de pagar alta indenização ao estuprador.

O azar de Francenildo foi não ter tentado a vida em Nova York. A sorte de Nassifatou foi ter escapado de um Brasil que absolve o criminoso reincidente e castiga quem comete o pecado da honestidade.
                                                                                
__._,cid:2.3961302807@web34405.mail.mud.yahoo.com_.___
  
 
 

domingo, 22 de maio de 2011

Filme de sete minutos em preto e branco com o prosaico título Maranhão 66 - (Nelson Motta - O Estado de S.Paulo)

06 de maio de 2011 |
Nelson Motta - O Estado de S.Paulo

Está bombando no YouTube e provocando acessos de gargalhadas e deboches um filme de sete minutos em preto e branco com o prosaico título Maranhão 66. Aparentemente é um documentário sobre a posse de José Sarney no governo do Estado, feito por encomenda do eleito. Mas é assinado por Glauber Rocha.

Com 35 anos, cabelos e bigode pretos, Sarney discursa para o povo na praça, num estilo de oratória que evoca Odorico Paraguaçu, mas sem humor, à sério, que o faz ainda mais caricato e engraçado. Sobre seu palavrório demagógico, Glauber insere imagens da realidade miserável do Maranhão, cadeias cheias de presos, doentes morr endo em hospitais imundos, mendigos maltrapilhos pelas ruas, crianças esquálidas e famintas, enquanto Sarney fala do potencial do babaçu.

Só alguém muito ingênuo, ou mal-intencionado, poderia imaginar que Glauber Rocha fizesse um filme chapa branca. Em 1964, com 25 anos, ele tinha se consagrado internacionalmente com Deus e o diabo na terra do sol e vivia um momento de grande prestígio, alta criatividade e absoluto domínio da técnica e da narrativa cinematográfica. E odiava a ditadura que Sarney apoiava.

Em Maranhão 66, a narrativa se estrutura na dialética entre as imagens da realidade dramática e a demagogia caricata do jovem político provinciano que está tirando do poder um velho coronel - para se tornar ele mesmo o novo coronel.

O filme dentro do filme é imaginar o susto de Sarney quando o viu. Em vez de filmar uma celebração vitoriosa, Glauber usou e abusou da vaidade e do patrocínio de Sarney para fazer um devastador documentário sobre um arquetípico político brasileiro. E uma pesquisa para Terra em transe, que filmou em seguida e hoje é considerado a sua obra-prima. Sarney foi a base para o líder populista interpretado por José Lewgoy, famoso como vilão de chanchadas.

Glauber dizia que o artista também tem de ser um profeta; mas a sua obrigação é de profetizar, não de que as suas profecias se realizem. O discurso de Sarney e as imagens de Maranhão 66 são os mesmos do Maranhão 2011, num filme trágico, cômico, e, 46 anos depois, profético.

Para assistir o filme (antes que o Bigode tire do ar).

Merece ser visto e divulgado! O estrago em Santa Cruz já é grande, mas há muito mais estragos por vir, para o bairro e para o Rio de Janeiro.(Gilda Santiago)

Vale conferir, pessoal. O vídeo é bem feito, o texto parece bom e é muito bem narrado pelo Wagner Moura. O estrago em Santa Cruz já é grande, mas há muito mais estragos por vir, para o bairro e para o Rio de Janeiro. 
 
Vale a pena ver e divulgar!
Isso tem a ver com a realidade de nossa qualidade de vida!!!
Companhia Siderúrgica do Atlântico é o primeiro bloco de megaempreendimentos industriais previstos para o entorno da Baía de Sepetiba. A empresa ainda não recebeu licença de operação definitiva e já acumula diversas multas por danos ambientais e sociais. A população pede socorro. Uma realização Ibase com apoio da Revenue Watch.


Merece ser visto e divulgado!


 

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Festival pede desculpas por declarações de Lars von Trier - Ecio Pedro

O cara simplesmente surtou, ou estava drogado, o que, nesse caso, dá no mesmo. 
Ecio Pedro 

ANA PAULA SOUSA
ENVIADA ESPECIAL A CANNES 

Folha.com


Festival pede desculpas por declarações de Lars von Trier 

O cineasta dinamarquês Lars von Trier causou um tremendo mal estar em Cannes ao declarar, durante entrevista coletiva sobre o filme "Melancholia", que descobriu, um dia, que era nazista. 
"Durante muito tempo, eu pensei que fosse judeu, e eu estava feliz com isso", afirmou. Mas então um dia eu encontrei [a cineasta judia] Susanne Bier e eu não fiquei muito feliz. E aí eu descobri que eu era, na verdade, nazista (...) Eu entendo Hitler, eu simpatizo um pouco com ele". 

Lars von Trier deixa Kirsten Dunst constrangida durante coletiva

"Melancholia", o novo filme do dinamarquês Lars von Trier, exibido hoje na competição do Festival de Cannes, pode ser resumido por seu título. 
O diretor de filmes como "O Anticristo" (2009), "Dogville" (2003) e "Os Idiotas" (1998) tentou, desta vez, capturar o sentido da melancolia, ou, tomando emprestada a expressão médica, da depressão. 
O longa-metragem começa com a imagem de um planeta, chamado Melancholia, que está prestes a se encontrar com a terra. Se houver um choque, o mundo acaba. 
"Mas eu não acho que tenha feito um filme sobre o fim do mundo. Meu filme é sobre um estado mental", disse Trier, durante uma conferência de imprensa, nesta manhã. "Eu, no decorrer da minha vida, passei algumas vezes por estados de melancolia." 
Ao lado do cineasta, durante a conversa com jornalistas do mundo todo, estavam as atrizes principais do filme: Charlotte Gainsbourg e Kirsten Dunst, que vivem duas irmãs. 
Dunst, que tem olhos melancólicos mesmo quando sorri, foi a primeira a falar. E, a despeito de ter respondido a uma pergunta banal --"Como é trabalhar com Trier"--, corou ao olhar para a sala repleta. 
Mais desconcertada ainda ela ficaria alguns minutos depois, quando o diretor, ao falar sobre os papeis femininos do filme, apontou para a atriz e disse: "Bem, e Kirsten sabe o que é ter depressão". 
Ao se dar conta de que, talvez, tivesse cometido uma gafe, virou-se para ela e perguntou se podia falar disso. 
Dunst apenas sorriu, e meneou a cabeça. 
"A gente vê a tristeza no olhar dela", emendou o cineasta. 

terça-feira, 10 de maio de 2011

Woody Allen faz autocrítica em documentário. (Ecio Pedro)

Leiam a matéria: 

http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2011/05/09/em-documentario-woody-allen-diz-que-seus-filmes-nao-serao-lembrados-924412567.asp 


De minha parte, tendo a concordar com o cineasta. Woody Allen será sempre lembrado por sua atitude independente diante da indústria e pelo conjunto de obras singulares e autorais. Acredito, porém, que nenhuma delas, isoladamente, será tratada pelas futuras gerações como obra de referência. Bem, espero não ter ferido suscetibilidades. 
Ecio Pedro.

domingo, 8 de maio de 2011

Onde a modernidade vai nos levar? - Ângela Lima

 Estamos com fome de amor...
 (Dizem que o texto é do Arnaldo Jabor)
 O que temos visto por ai ???
 Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e  transparentes.
 Com suas danças e poses em closes ginecológicos, cada vez mais siliconadas, corpos esculpidos por cirurgias plásticas, como se fossem ao supermercado e pedissem o corte como se quer... mas???  Chegam sozinhas e saem sozinhas...
 Empresários, advogados, engenheiros, analistas, e outros mais que estudaram, estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos ...
 Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dancer", incrível.
 E não é só sexo não!  Se fosse, era resolvido fácil, alguém dúvida?
 Sexo se encontra nos classificados, nas esquinas, em qualquer lugar, mas apenas sexo!
 Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho,  sem necessariamente, ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico na cama .... sexo de academia .. . .
 Fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir  abraçadinhos,  sem se preocuparem com as posições cabalísticas...  Sabe essas coisas simples, que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.  Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção...
 Tornamo-nos máquinas, e agora estamos desesperados por não saber como  voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão  distante de nós...
 Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada nos sites de  relacionamentos "ORKUT", "PAR-PERFEITO" e tantos outros, veja o número de  comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até  a desesperançada "Nasci pra viver sozinho!"
 Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários, em meio a uma multidão  de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e  inacessíveis, se olharmos as fotos de antigamente, pode ter certeza de que  não são as mesmas pessoas, mulheres lindas se plastificando, se mutilando  em nome da tal "beleza"...
 Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento, e percebemos a  cada dia mulheres e homens com cara de bonecas, sem rugas, sorriso preso e  cada vez  mais sozinhos...
 Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário...
 Pra chegar a escrever essas bobagens?? (mais que verdadeiras) é preciso  ter a coragem de encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de  cara limpa...
 Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia isso é julgado  como feio, démodê, brega, famílias preconceituosas...
 Alô gente!!! Felicidade, amor, todas essas emoções fazem-nos parecer  ridículos, abobalhados...
 Mas e daí?   Seja ridículo, mas seja feliz e não seja frustrado...
 "Pague mico", saia gritando e falando o que sente, demonstre amor...
 Você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é  curto, e cada instante que vai embora não volta mais. ..
 Perceba aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais  volte a vê-la, ou talvez a pessoa que nada tem haver com o que imaginou  mas que pode ser a mulher da sua vida...
 E, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois...
 Quem disse que ser adulto é ser ranzinza ?
 Um ditado tibetano diz: "Se um problema é grande demais, não pense nele.  E, se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele?"
 Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo, assistir  desenho animado, rir de bobagens e ou ser um profissional de sucesso, que  adora rir de si mesmo por ser estabanado...
 O que realmente, não dá é para continuarmos achando que viver é out... ou  in...
 Que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo, que temos que querer a  nossa mulher 24 horas, maquiada, e que ela tenha que ter o corpo das  frutas tão em moda, na TV, e também na playboy e nos banheiros, eu duvido  que nós homens queiramos uma mulher assim para viver ao nosso lado, para  ser a mãe dos nossos filhos, gostamos sim de olhar, e imaginar a gostosa,
 mas é só isso, as mulheres inteligentes entendem e compreendem isso.
 Queira do seu lado a mulher inteligente: "Vamos ter bons e maus momentos e  uma hora ou outra, um dos dois, ou quem sabe os dois, vão querer pular  fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me  arrepender pelo resto da vida"...  Porque ter medo de dizer isso, porque ter medo de dizer: "amo você", "fica  comigo", então não se importe com a opinião dos outros, seja feliz!  Antes ser idiota para as pessoas que infeliz para si mesmo!

Para ler, divulgar e . . . praticar !

O Mensageiro: o romance, o filme e a música - Ecio Pedro

Recentemente, reli o romance "O Mensageiro", de Leslie Poles
Hartley, já levado às telas pelo cineasta americano Joseph Losey, em
1971. A história é ambientada no interior da Inglaterra, no final da
era vitoriana (verão de 1900), e trata das desilusões e da hipocrisia
nas relações humanas, sob a ótica de um pré-adolescente que vive sua
primeira história de amor. Confesso que fiquei comovido especialmente
com o epílogo, permeado de nostalgia, quando o personagem, já idoso,
retorna ao lugar onde se deram os acontecimentos que marcariam para
sempre sua vida. O que mais me impressionou foi a sensibilidade do
autor ao descrever o processo de amadurecimento do protagonista, a
partir de uma desilusão amorosa ocorrida ainda na infância. Gostei
muito e não posso deixar de recomendar ambos (o livro e o filme).
Por sorte, em minha última viagem, consegui encontrar a
belíssima suíte para dois pianos e orquestra que Michel Legrand
compôs, a partir da música original que escreveu para o filme. É uma
edição japonesa raríssima que agora mantenho guardada a sete chaves.
Ecio Pedro

sábado, 7 de maio de 2011

Surpresas da vida, um imortal no IBGE

Ontem no setor de RH do IBGE na Chile, enquanto preenchia os formulários para minha aposentadoria, soube que o Pedrito, encarregado pelo recadastramento de aposentados e, por vezes o homem chato que fecha os andares ao final do expediente, é um leitor voraz e pesquisador por natureza. Sobre a sua mesa e, em um armário anexo, uma coleção de livros sobre educação, cultura e outros assuntos.
Conversando, soube pelos colegas do setor, que ele é membro da academia de letras de Viana no Maranhão, com vários títulos publicados sob o pseudônimo Pedro Mendengo Filho.
Resolvi divulgar este assunto em destaque ao humilde servidor que, por iniciativa própria, buscou seu desenvolvimento através da leitura, se apropriando de um grande conhecimento e servindo de exemplo para outros, mostrando que existem caminhos alternativos para alcance de objetivos que dependem única e exclusivamente de sua força de vontade e determinação.
Neste momento ele está trabalhando em uma pesquisa para um novo livro, envolvendo educação e tecnologia, onde percorre desde o ensino com o professor lado a lado com seus alunos, em um processo individual de repasse de conhecimento, até os dias de hoje, com a disponibilização da tecnologia da informação aplicada ao tema.
Havendo a sua aprovação, em breve divulgarei seus títulos neste Blog.

Não lembra o nome do filme? Não lembra mais o elenco? Seus problemas acabaram - Angela Lima divulga

http://www.65anosdecinema.pro.br/index.htm

quinta-feira, 5 de maio de 2011

A Folha Carioca - Liliibeth Cardozo

A Folha Carioca está bombando. Anuncie! Temos cerca de 30 mil leitores na Zona Sul.Uma revista charmosa e com coisas interesantes para ler. Mande suas críticas e sugestões. A FOLHA quer estar ligada em você!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Assassinato de Estado ou aplicação da Justiça - Ecio Pedro.


Caros, segue um artigo interessante (em anexo), publicado hoje no "Terra Magazine", sobre o significado da operação que resultou na morte de Osama Bin Laden.
Devo acrescentar que, embora concorde com os argumentos do autor, reconheço como perfeitamente normal e previsível a comemoração dos cidadãos americanos após a confirmação do assassinato do terrorista, responsável direto e assumido pela morte de quase 3 mil pessoas com a queda das torres gêmeas, em Nova York. Não me parece razoável ignorar os aspectos emocionais que envolvem os últimos acontecimentos. É preciso ter em mente que, desde aquele fatídico 11/09, Bin Laden vem sendo tratado justificadamente pela opinião pública americana como o inimigo nº 1 dos EUA. Portanto, nada mais natural que o povo reaja dessa maneira com a notícia da eliminação do terrorista.
Nada disso exclui, porém, a necessidade de analisar com maior responsabilidade as condições em que ocorreu o episódio e suas graves consequências para as relações internacionais e para a aplicação da verdadeira (ou civilizada) Justiça.


Assassinato de Estado esvazia ideia de justiça internacional
Marcelo Semer
De São Paulo
"Osama Bin Laden era um bárbaro terrorista.
Mesmo depois de sua morte, é impossível ter compaixão ou piedade por quem, conscientemente, assumiu a responsabilidade pelo homicídio em massa de milhares de inocentes civis.
Mas nada disso oculta a realidade de domingo: seu assassinato é um ato de vingança, não de justiça.
Em 1945, com a rendição de alemães e japoneses, os aliados discutiam o que fazer com prisioneiros nazistas. Muitos pretendiam simplesmente liquidá-los, falando-se de fuzilamentos em massa. Os norte-americanos impuseram a força de sua razão, para realizar julgamentos históricos em Nuremberg.
Pode-se dizer que Nuremberg foi um tribunal de exceção, criado após os crimes terem sido cometidos. Que se constituiu em uma justiça dos vitoriosos, não dos vencidos. Ou que crimes foram delimitados após os fatos, rompendo uma histórica barreira doutrinária.
Ainda assim, realizou-se a justiça possível em um momento complexo, inusitado e de proporções até então desconhecidas. Com isso, fixaram-se bases para a construção da jurisdição internacional que se seguiria: Tribunal ad-hoc para a ex-Iugoslávia, para crimes em Ruanda, e, enfim, o Tribunal Penal Internacional.
E não estamos falando de crimes simples ou corriqueiros. A máquina de matar do Terceiro Reich assassinou nada menos do que seis milhões de judeus, além de homossexuais, comunistas e ciganos. A limpeza étnica de Milosevic aniquilou cerca de 200 mil bósnios e quase 700 mil tutsis foram vítimas na África.
Mas os Estados Unidos já não têm mais a pretensão de impor julgamentos a grandes criminosos. Nem sequer ratificaram o Estatuto de Roma, com receio de serem eles mesmos inseridos no banco dos réus.
Hoje, seu presidente vem a público se jactar de ter inserido o assassinato de um terrorista como uma das prioridades de sua gestão, e vangloriar-se de tê-lo conseguido.
Nada que seja, em si, uma novidade.
Desde setembro de 2001, a "guerra ao terror" anunciada por George Bush vem justificando todos os excessos norte-americanos.
Justificou a invasão ao Iraque, cujo pretexto de encontrar armas de destruição em massa se mostrou inverídico. Justificou a invasão ao Afeganistão, justamente para a procura de Bin Laden, e a ocupação do país por quase uma década. Justificou barbaridades cometidas com presos no Oriente Médio, como as fotos de Abu Ghraib expuseram ao mundo.
E vem ainda justificando centenas de presos jogados em Guantanamo, há nove anos sem qualquer acusação. Recente vazamento do Wikileaks apontou que a própria inteligência americana contabiliza mais de uma centena e meia de inocentes, vítimas colaterais do terrorismo de Estado.
Barack Obama galvanizou as esperanças de descompressão da era Bush. Na campanha, mostrou o quanto as mudanças eram viáveis e fez o mundo, mais ainda do que os americanos que lhe deram vitória estreita, acreditarem que outro governo era possível.
Pela expectativa criada, recebeu inclusive um inédito Prêmio Nobel da Paz por antecipação, para que se sentisse devedor dos valores que suas mensagens difundiam.
Mas, eleito, manteve a ocupação do Afeganistão, manteve seus homens no Iraque, manteve os presos em Guantanamo. Declarou uma guerra, sem ouvir o Congresso. E seu maior trunfo na eleição do ano que vem será nada menos do que a cabeça de Osama Bin Laden jogada ao mar, como resultado da guerra ao terror que havia reeleito Bush.
Era isso que o "Yes, we can" queria dizer?
Americanos eufóricos saíram às ruas na madrugada de segunda para comemorar a morte anunciada do terrorista, como faríamos se tivéssemos ganho uma Copa do Mundo.
Não era apenas alívio - era pura satisfação. Mas esse mórbido sentimento de regozijo dificilmente tornará os Estados Unidos um país mais seguro ou mais feliz para se viver.
A comemoração pode purgar o sofrimento de um império ofendido por um grupo de lunáticos terroristas, mas a questão é saber: o que irá ao mar junto com o corpo de Osama?
A delicada e custosa construção da justiça internacional, desnecessária diante do assassinato de Estado.
A vantagem moral que a civilização impõe à barbárie, prejudicada na absorção pelo poder do modus operandi do terror.
A evolução de séculos que enquadrou a vingança dentro dos conceitos e dos limites do direito, estabelecendo as noções de pena e processo.
Difícil crer que a morte de Bin Laden resolva os problemas do terror. Os próprios norte-americanos alertam para possíveis e iminentes represálias.
Obama está se transformando rapidamente em Bush e isso provavelmente lhe renderá uma reeleição segura.
Pode estar realizando o desejo de milhões de norte-americanos, à moda de seu antecessor: dar uma lição no terror e mostrar a todos que não há limites ao poder dos EUA.
Mas não vai conseguir que o mundo acredite que faz guerras em nome da paz e que assassina em nome da justiça."

terça-feira, 3 de maio de 2011

Discurso do vereador Walmir Jacinto, durante a sessão desta segunda-feira na Câmara Municipal de Anápolis - Ecio Pedro

Discurso do vereador Walmir Jacinto, do PR, durante a sessão desta segunda-feira na Câmara Municipal de Anápolis, Goiás, pedindo um minuto de silêncio em memória de Osama Bin Laden.
- Osama Bin Laden foi um referencial que perpetuou uma grande investigação e neste final de semana, no desfecho de tudo isso, nada mais do que honrosamente a cidade de Anápolis também entender que morreu uma pessoa que é filho de Deus.
?!?!?!?!

Fui presenteado, vou ser avô novamente.

Desculpe, sei que este assunto é muito particular, porém não me contive. 
Eu estava ansioso para saber notícias sobre a gravidez de minha filha. Hoje soubemos o resultado dos exames confirmando que tudo está na mais perfeita ordem, minha filha Patrícia e minha neta Manuela estão ótimas. 
A Manuela tem data de chegada prevista para Outubro.

XINGU SIM - BELO MONTE NÃO - Liliibeth Cardozo

Hora
sexta, 20 de maio · 13:00 - 18:00

Localização
MASP
Avenida Paulista, 1578 _ MASP
São Paulo (São Paulo, Brazil)

Criado por

Mais informações
DIVULGUEM! Twitem! Apoiem!
ESTARÃO PRESENTES AS ETNIAS:
KALAPALO
KUIKURO KAMAYURÁ
WASSU COCAL
XAVANTE
E OUTRAS MAIS ...

PROTESTO A FAVOR DA PRESERVAÇÃO DO XINGU!
SOLIDARIEDADE ÀS COMUNIDADES INDÍGENAS!
REJEIÇÃO A CONSTRUÇÃO DE QUALQUER MEGA USINA NO XINGU

Local: Avenida Paulista, 1578 _ MASP São Paulo
Sexta-feira 20 de maio das 13 às 18h em frente ao MASP em Sampa

http://www.facebook.com/profile.php?id=1579257850

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Livraria Cultura no Rio de Janeiro - Ecio Pedro

Li no Globo que a Livraria Cultura, com lojas em São Paulo,
Brasília, Campinas, Porto Alegre, Recife, Fortaleza e Salvador,
finalmente abrirá duas filiais no Rio, no segundo semestre, uma no
Shopping Fashion Mall e outra maior no antigo Cine Vitória, no centro
da cidade.
Incrível como uma livraria do porte da Cultura tenha demorado tanto
para se instalar no Rio, considerando que a loja de São Paulo foi
inaugurada em 1969. Há dois anos conheci a filial de Recife e confesso
que fiquei impressionado com a variedade de títulos de livros, cds e
dvds disponíveis. Imagine a maior delas, em São Paulo.
A Cultura tem tudo para oferecer uma forte concorrência à Saraiva e à
Travessa, outras duas gigantes que "engoliram" as livrarias menores e
mais tradicionais da cidade. A vítima mais recente foi a Letras e
Expressões, que fechou as portas de sua loja no Leblon (a última!!),
há duas semanas.
A propósito de livros, andei lendo na internet sobre a autobiografia
de Sylvia Beach (Shakespeare and Company, uma livraria na Paris do
entre-guerras - Editora Casa da Palavra), fundadora de uma das
livrarias mais charmosas de Paris (foto em anexo), cujo perfil nada
tem a ver com as modernas megastores que dominam o mercado brasileiro.
A história da livraria revela uma das personalidades mais
interessantes da Europa no século XX.
Frequentado por escritores e intelectuais, dentre eles Hemingway,
Fitzgerald, Gertrude Stein e James Joyce, o local tornou-se centro da
agitação cultural dos anos 20 e 30 em Paris. Sylvia Beach,
proprietária e fundadora, foi a primeira editora a publicar "Ulisses",
obra singular de James Joyce, que até hoje desafia os leitores por sua
narrativa extensa, hermética e incomum.
Em dezembro de 1941, durante a ocupação alemã, Beach protagonizou um
episódio memorável de resistência, ao negar-se a vender a um oficial
nazista o último exemplar disponível de "Finnegan's Wake", também de
Joyce e assinado pelo autor. Com a ameaça de ter todo o estoque de
livros confiscado, ela fechou o estabelecimento e escondeu o acervo.
Nunca mais, porém, voltaria às atividades.
A livraria só reabriria em 1951, em outro endereço, por iniciativa do
americano George Whitman, sobrinho distante do poeta Walt Whitman. Em
homenagem à Beach, que frequentaria o local até morrer (em 1962), o
novo proprietário batizou a filha com o nome de Sylvia Beach Whitman.
A trajetória de vida dessa mulher extraordinária me faz lembrar que
algumas pessoas vêm ao mundo com uma missão especial que as torna
ícones e exemplos para todos nós. O eco de seus pensamentos, palavras
e atitudes permanece por gerações, estabelecendo ou consolidando os
valores que servem de base para nossa civilização.
 

Ecio Pedro

Sem noção 2 - Ecio Pedro

Publicado no Globo on Line desta segunda-feira: 


"O presidente peruano Alan Garcia disse, nesta segunda-feira durante a inauguração de uma usina hidrelétrica,  que Papa João Paulo II, que foi beatificado neste domingo, deve receber crédito pela morte de Bin Laden. 

- Foi seu primeiro milagre tirar do mundo a encarnação do mal, a encarnação demoníaca do crime, do ódio e nos dar a notícia de que o homem que explodiu as torres não existe mais."

Estupidez tem limite (ou não??).
Ecio Pedro

domingo, 1 de maio de 2011

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